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Entenda como a ciência e a tecnologia buscam otimizar os fluxos de atendimento e os cuidados em saúde.

No cenário atual da saúde, a busca por fluxos mais ágeis é fundamental para a sustentabilidade do sistema e a qualidade da assistência. Nesse contexto, a administração subcutânea (SC) representa uma opção tecnológica nas vias de aplicação, oferecendo uma alternativa às demais metodologias de tratamento1. Essa abordagem busca integrar ciência e praticidade nos centros de infusão e hospitais1.

Diferenciais técnicos entre vias de administração2:
  • Via Subcutânea: Utiliza o tecido abaixo da pele para a absorção do tratamento.

  • Via Intravenosa: Requer acesso venoso direto e monitoramento contínuo durante o tempo de infusão, demandando uma estrutura específica de suporte.

  • Via oral: administrada pela boca, geralmente em forma de comprimidos ou cápsulas, permitindo que o tratamento seja realizado fora do ambiente hospitalar, conforme orientação médica.

Importante: A definição da melhor via de administração é uma decisão clínica do médico, baseada no quadro clínico e nas necessidades individuais de cada paciente.

Impacto na gestão do cuidado e eficiência hospitalar

A adoção de tecnologias de administração simplificadas gera impactos para todo o ecossistema de saúde:

  • Otimização Operacional: Processos de aplicação que demandam menor tempo ativo da equipe de enfermagem.3,4

  • Capacidade de Atendimento: Possibilidade de melhor aproveitamento da infraestrutura física instalada, auxiliando na redução de gargalos em centros de infusão.3,4

  • Foco na Assistência: A simplificação de rotinas permite que os profissionais de saúde dediquem mais tempo ao suporte clínico e atividades complexas.5

  • Respeito à Jornada: Tecnologias que visam minimizar a permanência em ambiente clínico colaboram para uma rotina de tratamento mais integrada ao dia a dia do paciente.5
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Referências:

  1. Leong MQ, Lim CW, Lai YF. Comparison of hospital-at-home models: a systematic review of reviews. BMJ Open. 2021;11(1):e043285. doi:10.1136/bmjopen-2020-043285.
  2. Brunton LL, Hilal-Dandan R, Knollmann BC. Goodman & Gilman’s The Pharmacological Basis of Therapeutics. 13th ed. New York: McGraw-Hill; 2018.
  3. Anderson KC, Landgren O, Arend RC, Chou J, Jacobs IA. Humanistic and economic impact of subcutaneous versus intravenous administration of oncology biologics. Future Oncol. 2019;15(28):3267-3281. doi:10.2217/fon-2019-0368. 
  4. McCloskey C, Toboso Ortega M, Nair S, Garcia MJ, Manevy F. A systematic review of time and resource use costs of subcutaneous versus intravenous administration of oncology biologics in a hospital setting. PharmacoEconomics Open. 2023;7(1):3-36. doi:10.1007/s41669-022-00361-3.
  5. Mir S, Vignot S, Barrière J, et al. Voie sous-cutanée versus voie intraveineuse en oncologie : préférences et impacts pour les patients et les professionnels de santé. Bulletin du Cancer. 2025 Sep 11. Epub ahead of print.
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